domingo, 29 de março de 2009

Fotos de Sábado
















Pr. Elias


Ev. Alexandre Cordeiro (ministrando a palavra)

Mocidade adorando a Deus

Alexandre

Igreja lotada, adorando o Todo Poderoso


Alessandr e Sandra, louvando


Irmãs do Adão do Carmo

Eunice e Odair

Irmãs da Vila Virgínia

Irmã Marta, louvando a Deus

sábado, 28 de março de 2009

Culto Especial do Círculo de Oração



Hoje sábado às 19:00 e domingo às 19:30 horas
Preletor: Ev. Alexandre Cordeiro (Pirassuninga)
Cantora: Flavia (Ribeirão Preto)

sexta-feira, 27 de março de 2009

Estamos em Guerra, você está pronto?

Nesta terça-feira o Pr. Elias Santana, ministrou na direção do Espírito Santo a palavra de Deus com autoridade, sobre Guerra Espiritual, baseado no texto de 1Pe 4:12, 5: 6,10, e pediu que a igreja repetisse o texto de Tg 4:7 que diz: Sujeitai-vos, pois, a Deus, resisti ao diabo, e ele fugirá de vós.

" Enquanto estamos dizendo que está tudo bem, o diabo nosso adversário está tramando contra nós.

Deus prova o crente, mas nunca tenta o crente, depois de provado nos tornamos aprovados, mais que o ouro depurado em fogo. E nos revestirmos de toda armadura (Ef. 6:10,11) para quando vier as astutas investidas do diabo, possamos estar preparados, porque só a fé não basta, pois a função dele é robar, matar e destruir. Se não estivermos preparados, o inimigo poderá vencer.

Mesmo quando não percebemos, a guerra está acontecendo no reino espiritual, nem imaginamos quantoas armadilhas o diabo tem preparado contra nossa vida, mas Deus tem nos livrado do laço do passarinheiro. Pr. Elias disse que temos que acordar, pois estamos em guerra.

Não significa que porque tivemos uma semana boa, abençoados, que não estamos em guerra.

Em Ef 6:12,13, nos diz que nossa guerra não é carnal e sim espiritual, e cada crente tem que ter a consciência disso, não podemos deixar de vigiar, pois, querendo ou não estamos em guerra.

Mas o que fazer para vencer? Tomar toda armadura de Deus.

Náo existe luta entre Deus e o diabo, até porque, se Deus quiser, só com o sopro de sua boca, acabaria com ele.

Mas não devemos nunca subestimar o inimigo dizendo: eu não caio eu sou forte. Nunca brinque com o inimigo, o crente não pode descuidar, pois quando subestimamos, ele entra sorrateiramente e pode causar um grande estrago.

O apóstolo Paulo diz, para cuidarmos para que não venhamos cair, pois temos que confiar em Deus, não em nós. O diabo não brinca, ele nos acusa de dia e de noite, o propósito de satanás nessa guerra é fazer com que venhamos desistir, mas não pode fazer sem que Deus permita, pois Deus é quem nos defende, resistindo firmes na fé.

O diabo vai nos acusar perante Deus, como fez com Jó. Temos que aprender com Jó, pois o diabo luta contra os crentes para fazer com que pequemos e assim entristessamos a Deus.

Pois ele está em nosso derredor (1Pe 5:8) para procurar uma brecha, portanto não devemos descuidar um segundo sequer.

O Pr. Elias perguntou, qual a àrea da sua vida está vulnerável, aonde é que o diabo tem sempre atacado?

Se for na cabeça, coloque o capacete da justiça;

Se for no coração, use a couraça;

Se for nos pés, coloque o sapato da salvação;

Se for seta, use o escudo da fé, para apagar os dardos.

O diabo não vem alisando, ele vem para destruir, batalhar e causar estragos, e não olha posição eclesiástica e muito menos o tempo que a pessoa é crente. É guerra e ele não brinca.

Mas nós podemos vencê-lo através do sangue do Cordeiro, para recebermos uma cora de glória.



Continuação desse estudo na próxima terça-feira as 19:30 horas em nossa igreja.

Venha você é nosso convidado especial.

quinta-feira, 26 de março de 2009

A Presenca De Deus

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quarta-feira, 25 de março de 2009

Jesus Disse

VERSÍCULO: O Filho do homem vai, como foi determinado; mas ai daquele queo trair! Eles começaram a perguntar entre si qual deles iria fazeraquilo.-- Lucas 22:22-23

PENSAMENTO:Se foi determinado que Jesus seria sacrificado, até que pontoaquele que o traiu tem responsabilidade pelo que fez? Uma respostaé que Deus determinou que Jesus teria que morrer para que nossospecados fossem perdoados. Deus sabia quem seria o traidor. Mesmoassim, Judas ainda tinha uma escolha. A maior prova disso é queJesus ofereceu o cálice e o pão da ceia para o próprio Judas. O quelevou Judas a se perder não foi o ato de traição em si. Foi que, aotrair Jesus, Judas traiu o Filho de Deus que se oferecia comosacrifício por todos os pecados. Não foi Jesus que rejeitou Judas.Foi Judas que rejeitou Jesus. A decisão de Judas naquele momentoprovou isso. O lamento de Jesus não foi apenas pela traição em si,mas, porque a traição do Salvador do mundo significava que Judas jáestava selando sua própria condenação. Se ele não aceitava Jesuscomo Salvador, não havia mais ninguém para perdoá-lo. Sejamosatentos e vigilantes, pois nosso adversário anda em derredor, comoleão que ruge procurando alguém para devorar (1 Pe 5:8). Creia emJesus e abra seu coração para Ele. Busque Jesus com todo seucoração, em cada área da sua vida. Somente Ele pode lhe mostrar sehá alguma sombra em você que precisa ser expulsa pela Luz.

segunda-feira, 23 de março de 2009

A síndrome do papagaio (1)


Você já percebeu como as pessoas gostam de repetir o que os outros falam? Não vou lhe dizer que essa prática seja imprópria, mas é bom analisar o que se ouve, para evitar situações constrangedoras... Na famosa igreja de Beréia, os cristãos recebiam de bom grado as pregações. Mas não as consideravam verdades bíblicas antes de confrontá-las com as Escrituras (At 17:11).
Essa síndrome do papagaio se verifica nos diversos versículos “novos” que alguns animadores de auditório insistem em repetir. Ouviram alguém, um dia, pronunciar uma dessas frases e começaram a citá-las como verdade, sem, antes, conferir a sua autenticidade bíblica. Há alguns anos, tive o cuidado de reunir, com a ajuda de meus alunos do seminário teológico, várias “pérolas” que muitos repetem pensando ser versículos bíblicos...
Você está “curioso” para conhecê-las? Quer saber se tem empregado alguma?
“Quem não vem pelo amor, vem pela dor”. É verdade que muitas pessoas, depois de passar por uma dolorosa experiência, entendem a vontade de Deus (Dn 4:30-37; At 9). Entretanto, isso não é uma regra. Existem pessoas que nem mesmo pela dor se arrependem. Por isso, a Palavra de Deus alerta: “O homem que muitas vezes repreendido endurece a cerviz, será quebrantado de repente sem que haja cura” (Pv 29:1).
“Não cai uma folha de uma árvore sem a vontade de Deus”. Todas essas frases tidas como bíblicas são analisadas em meu livro Erros que os Pregadores Devem Evitar, que está em sua 12a. edição. E a frase em apreço, ainda que seja uma das mais citadas no meio evangélico como parte integrante das Escrituras, não se coaduna com elas. A Palavra de Deus mostra claramente que Deus é o Controlador da natureza. Em Isaías 40:12-31, vemos como tem o Universo em sua mão e faz o que lhe apraz. Apesar disso, a frase em questão não é um versículo bíblico!
“O cair é do homem, mas o levantar é de Deus”. É comum o uso dessa frase para animar irmãos que fracassam na fé. Quem a usa, tenta demonstrar que a pessoa caída não precisa se preocupar. Deus a levantará em tempo oportuno. Entretanto, se o homem não tomar uma posição, levantando-se, tal como o filho pródigo, Deus não o socorrerá (Lc 15:17-24). O texto de Tiago 4:8 mostra que o primeiro passo deve ser dado pelo homem. A Bíblia não diz: “Quando Deus se chegar a ti, chega-te para ele”. O homem precisa querer, desejar se chegar a Deus. Em toda a Escritura, observa-se que Deus convida o homem a se levantar, pois o cair é do homem, e o levantar também é do homem (Pv 24:16; Ef 5:14)!
“A voz do povo é a voz de Deus”. Ouvi um animador de auditórios citando essa frase antibíblica e extrabíblica, oriunda do latim vox populi, vox Dei, como se fosse bíblica! Quando Jesus andou na terra, a opinião do povo a seu respeito era variada. Uns o consideravam pecador (Jo 9:16) ou endemoninhado (Mt 12:24), e outros criam que era um profeta (Mt 16:13,14). Enquanto isso, a voz de Deus ecoava: “Este é o meu Filho amado, em quem me comprazo” (Mt 3:17). Seria a voz do povo a voz do Senhor?
“Água mole em pedra dura tanto bate até que fura”. Esse provérbio popular alude à persistência. Conquanto não apareça nas páginas sagradas, realça o princípio da perseverança na oração (Mt 7:7,8; Lc 18:1-8). Isso, porém, não nos autoriza a citar a frase como se fosse um versículo inspirado da Palavra de Deus. Trata-se de um bom pensamento, mas extrabíblico!
“Até 1000 irá; de 2000 não passará”. Essa frase já virou história... Muitos “profetas da última hora” a usaram para alertar acerca da iminente volta de Cristo, antes ou durante o ano 2000. Mas o que a Bíblia realmente diz acerca da vinda de Jesus? As palavras de Cristo quanto ao Arrebatamento da Igreja são mais do que claras: “... daquele dia e hora ninguém sabe...” (Mt 24:36). Leia também Atos 1:7, I Tessalonissenses 5:1 e II Pedro 3:8.
“Deus cegou os entendimentos dos incrédulos”. Ouvi um animador de auditórios dizendo isso... Mas, foi Deus quem cegou o entendimento dos incrédulos?! A Bíblia diz: “... o deus deste século cegou os entendimentos dos incrédulos, para que lhes não resplandeça a luz do evangelho da glória de Cristo, que é a imagem de Deus” (II Co 4:4). Esse “deus” é o diabo, e não o Deus verdadeiro que ilumina os que estão em trevas (Jo 8:12; I Jo 1:7).
“Diga-me com quem tu andas, e eu te direi quem és”. Quantos já usaram essa frase! Alguém já chegou a dizer acerca dela: “Não está na Bíblia? Então deveria estar!” Bem, a Bíblia apresenta versículos parecidos, que podem ser usados em lugar da frase em questão: “O homem violento persuade o seu companheiro, e guia-o por caminho não bom” (Pv 16:29); “Não entres na vereda dos ímpios, nem andes pelo caminho dos maus. Evita-o, não passes por ele; desvia-te dele e passa de largo” (Pv 4:13,14).
“É dando que se recebe”. Essa conhecida frase é extrabíblica, mas não chega a ser antibíblica, pois confirma as palavras de Jesus em Lucas 6:38. Não deve, porém, ser usada como um versículo bíblico inspirado. O pregador só deve dizer “a Bíblia diz” quando for citar uma passagem das páginas sagradas.

(continua...)

Ciro Sanches Zibordi

sexta-feira, 20 de março de 2009

Páscoa

quinta-feira, 19 de março de 2009

Reflexão

A caminho de Jerusalém, Jesus passou pela divisa entre Samaria e Galiléia. Ao entrar num povoado, dez leprosos dirigiram-se a ele.
Ficaram a certa distância e gritaram em alta voz: “Jesus, Mestre, tem piedade de nós!” Ao vê-los, ele disse: “Vão mostrar-se aos sacerdotes”. Enquanto eles iam, foram purificados. Lucas 17:11-14

Segundo a Lei, leprosos tinham que manter uma distância entre eles e qualquer outro cidadão, gritando que eram imundos (Lev 13-14). Parece uma terrível injustiça, não é verdade? Todavia perguntamos por quantas pessoas será que passamos todos os dias que se vêem como excluídas e marginalizadas pela doença ou pobreza ou pela simples aparência? Será que estamos atentos para seu grito de socorro?

Se estranhamos as proibições e barreiras da lei para com os leprosos, por que será que não estranhamos as proibições dos costumes e barreiras da nossa sociedade? "Flanelinha", "cheira-cola", "morador de rua". Por que não nos chocamos com nossos próprios preconceitos?
Há pessoas bem perto de nós que precisam de Jesus. Elas clamam por ele debaixo de viadutos, nas macas dos hospitais públicos ou sozinhas em bancos de praça e paradas de ônibus.

Se estamos prontos para sermos pés e mãos de Jesus, será que estamos prontos para sermos seus ouvidos e sua voz? Um sanduiche e copo d'agua. Um kilo de arroz ou feijão. Você não pode eliminar a pobreza ou acabar com a exclusão social. Nem Jesus tentou fazer isso. Mas, em nome dEle, você pode ajudar um pobre, um excluído. Isso não mudará o mundo. Mas, pode mudar o mundo de um. E foi assim que Jesus agiu - um por um.

Oremos: misericordioso Pai, abra nossos ouvidos e toque os nossos corações na próxima vez em que um dos seus filhos clamar por Jesus.
Purifique a nossa vista para que possamos enxergar as lágrimas de seus filhos. Não podemos operar milagre nenhum, senão aquele do amor incondicional e que vence todas as barreiras que Jesus teve para conosco quando jazíamos na impureza dos nosso pecados. Que possamos ser instrumentos de compaixão e cura espiritual. Que Jesus possa nos usar. Em nome de Jesus oramos, amém.

terça-feira, 17 de março de 2009

segunda-feira, 16 de março de 2009


Em Atos 17.10,11 (e seu contexto) vemos que os crentes de Beréia ouviam homens como Paulo e Apolo e mesmo assim examinavam as Escrituras para verificar até que ponto aqueles pregadores estavam certos. E olha que um era poderoso nas Escrituras (At 18.24) e o outro ensinava o que recebia do Senhor (1 Co 11.23)!
Os bereanos foram considerados mais nobres do que os crentes de Tessalônica, que também (obviamente) eram nobres (cf. 1 Ts 2.13), porque, além de receberem a pregação de bom grado, a submetiam ao teste da Palavra de Deus. Por isso, o objetivo desta série de artigos é incentivar o leitor a examinar as Escrituras e interpretá-las corretamente.
Neste artigo abordarei a importância de não alegorizarmos os textos literais, ainda que nos pareçam estranhas as suas significações. Se, por um lado, os textos alegóricos precisam ser identificados e interpretados à luz do contexto, as passagens literais também requerem cuidados especiais. Caso contrário, grandes verdades poderão ser transformadas em narrativas alegóricas.
A teologia liberal (segmento que se ocupa do estudo meramente racional da Bíblia) alega que episódios como a história de Jonas devem ser entendidos como alegorias, e não como acontecimentos históricos. Mas, como explicar o fato de pessoas imaginárias (salvas da destruição de Nínive por meio de uma mensagem fictícia) se arrependerem de forma imaginária para condenar pessoas reais? Leia agora Mateus 12.41.
É claro que o exemplo acima é extremado, constituindo-se apenas em um alerta para os servos de Deus que primam pela verdade bíblica. Mas erros semelhantes, com implicações menores, estão ocorrendo em nosso meio. Muitos ensinadores têm alegorizado passagens literais com o objetivo de suavizá-las.
1) O holocausto da filha de Jeftá. Alguns teólogos dizem que a palavra “holocausto” (hb. olah, “oferta inteiramente queimada”), empregada em Juízes 11.31, é figurada, expressando apenas uma entrega dedicatória a Deus. Todavia, não há no contexto imediato margem alguma para tal afirmação. Jeftá votou um voto e o cumpriu cabalmente (Jz 11.39,40). Qualquer interpretação diferente é mera especulação, sem nenhum fundamento exegético.
2) O casamento de Oséias. Muitos autores de comentários bíblicos afirmam que Oséias não casou com Gômer, uma prostituta (Os 1.1-3). Para negar o fato bíblico, dizem que foi um casamento simbólico, sem, contudo, indicar os versículos do livro que apóiam tal pensamento. Até mesmo os editores da Bíblia na versão Almeida Revista e Corrigida (ARC) inseriram precipitadamente a epígrafe: “Casamento simbólico de Oséias”. Mas o contexto não deixa dúvidas da veridicidade da narrativa. O livro menciona os nomes da mulher, de seu pai e dos filhos de Oséias (Os 1.3-9). Além disso, narra detalhes dos nascimentos dos filhos do profeta (Os 1.8), tal como ocorre em passagens literais (cf. Gn 21.8; 1 Sm 1.24). Esses elementos mostram que a narrativa é incontestavelmente literal.
Por que fazer polêmica diante de passagens tão claras à luz de seus contextos? Em seu livro Princípios de Interpretação da Bíblia, editado pela Mundo Cristão, Walter A. Henrichsen orienta: “Quando você encontrar uma passagem para a qual o contexto indica uma interpretação literal, e você preferir dar-lhe uma interpretação não literal, avalie cuidadosamente os seus motivos” (p.37).
Henrichsen continua: “O que o levou a essa conclusão? O desejo de não fazer o que a Bíblia manda, ou o desejo sincero de agradar a Deus e cumprir os Seus mandamentos? (...) Se a sua conclusão é resultado da sua tentativa de fazer Deus comportar-se como você acha que Ele deve comportar-se, outra vez está errada toda a sua abordagem da interpretação. Você é servo de Deus. A sua tarefa é entender quem Ele é e o que Ele espera” (idem, pp.37,38).
Portanto, para interpretar a Bíblia corretamente, é preciso, antes, ser um assíduo leitor da Palavra de Deus. A leitura de bons livros é obrigatória em um mundo que evolui de forma tão rápida, mas não podemos nos esquecer dos “pergaminhos” (2 Tm 4.13). Dedicar tempo à leitura de livros e até deste blog (mesmo que sejam bons) em detrimento da Bíblia significa não aproveitar bem o tempo. Leia livros, artigos, mas não se esqueça da Palavra (1 Tm 4.13; 2 Tm 3.16,17).

(continua...)

Ciro Sanches Zibordi